terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Porque ir à academia?



Eis a grande pergunta.

Desde quando malhava em 2008 já dava umas olhadelas no tal do professor. E ficava super sem graça quando recebia o olhar de volta.
Que graça de professor! Tenho até vergonha. Já tinha quando ele tirava o uniforme de professor e malhava como aluno.
Passado algum tempo, voltei à academia. Queria ter esquecido que o GRACINHA era de lá.
1ª avaliação de retorno, com uma prof das antigas.
Enquanto malhava, encontrei o outro prof que me ajudava antes (e vez ou outra dava em cima).
quando menos esperava estava lá, ele de novo. FOFO
Continuo malhando e ele lá, de vez em quando me olhando, e eu o olhando (pode até ser que as olhadas dele sejam fruto da minha imaginação, mas... E DAÍ?).
Tenho vergonha de encará-lo. DE VERDADE!
Novamente mudando treino, dessa vez com um sujeito que nunca vi na vida.
No começo, eu o odiei, porque ele me matou. Enquanto isso, todos os professores que me conheciam e passavam por mim (incluindo o gracinha... ai ai) diziam: "Pode aumentar que ela aguenta". Como sou muito educada, só dizia: "Se eu não fosse tão educada mandaria vocês tudo para AQUELE LUGAR!". Eu estava morreeeeendo!
Enfim, demorei ANOS para mudar a série novamente.
Antes de marcar a avaliação pensava: "Vou malhar pesado nessa, pra ver alguma mudança e marcar com o gracinha..."
Pois não é que eu não consegui?! (Nem arrumar o shape, nem marcar com o gracinha)
Então, marquei com o outro lá.
Primeiro dia: Me matou também. Passei mal (pra variar). Professora passa e pergunta: E aí? Já passou mal? (Naquela hora ainda não tinha passado). Projeto PANICAT uma ova! Quero só ficar bonitinha e não me detonar na frente do espelho. PANICAT... RUM!

Continuando...
Segundo dia: Propositalmente, ou não, o gracinha fica na frente da gaveta que eu tenho que pegar minha ficha. Digo isso pq a princípio ele não tava na frente. Me viu e se plantou na frente da gaveta.
Peguei a fichinha e fui atrás do prof da primeira avaliação para continuar a segunda etapa do treino - braços e costas.
Após um certo tempo de procura (tenho miopia, estou sem lentes e não malho de óculos) achei o cidadão lá em cima.
Fui lá e perguntei o que fazer, disse para ir a esteira aquecer para começar o treino.
Na esteira eu pareço a pessoa mais mal humorada do mundo. Não enxergo nada (se vc malha na mesma academia, por favor não se ofenda. Eu só não to te enchergando. Se quiser chegar mais perto falarei com vc), logo não cumprimento ninguém e não consigo assistir à tv direito.
Tá, to enrolando, eu sei. Mas o blog é meu, ok?
Então... aí, de novo, fui atrás do cidadão, que estava no balcão escrevendo meu treino e o gracinha também... ai ai ai...
O cidadão (já deu pra entender que esse é o "outro lá", né?) fala meu nome alto e no aumentativo (poucas pessoas fazem isso. E só o fazem quando tem intimidade... affe). Ao que o gracinha confirma: "Cidadão, essa daí que é a 'Maleta de idéias'?".
Internamente tive uma crise de riso com vergonha e sei lá mais o que.
Sei que ele olhou e deu uma risadinha tão linda... ai ai ai (tá parecendo um diário adolescente... kkk).

Continuando...
Voltei pro treino, e quando o cidadão não tava me acompanhando e eu tava fazendo os exercícios errados, vinha o gracinha e consertava...
Acabou o treino e eu sempre fico sem graça de me despedir de qlqr pessoa ali. Só me despeço do cidadão pq me acompanhou e eu o vejo amanhã novamente.

Daí a razão para ir a academia.
Um gracinha que valha a pena ficar olhando e com vergonha.
Ahhh, e claro!
Melhorar condicionamento físico, o próprio físico, aumentar a auto-estima...
rs

ps.: Nem eu, nem ele tem NADA a ver com as pessoas da foto.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ano novo!

Feliz ano novo!

Sei que já estamos no dia 11 e que essa frase já anda meio atrasada, mas até que termine esse mês ainda vejo a razão de desejar um bom ano pra todo mundo.

Presentes de natal nem foram tão criativos, seguiram a idéia da caixinha.
Na verdade o que conta nesses presentes são as cartinhas. Essa é a parte que você fala diretamente com a pessoa e pode colocar tudo pra fora.

Comecei o ano bem.
Já explico.

No final do ano passado já sabia da possibilidade de não voltar ao meu emprego no começo desse ano. Pensei então em duas opções.
1ª - Voltaria, pediria uma licença médica para estudar para o Exame da Ordem. Passando iria pedir pra sair;
2ª - Não voltaria, me arrumaria com a revenda de algumas coisas que to conseguindo vender (ipods, iphones, celulares e etc), estudando pra OAB e ao passar entregar currículo em escritórios diversos.

Pois bem, como já estava bem mais a vontade com a segunda opção nem contava mais com a primeira.
Eis que o ano começou e a notícia do primeiro dia é que eu não estava mais empregada. Esperei a primeira semana para saber como as coisas iriam se resolver.
Na segunda meu chefe me chama falando que a situação (hierarquicamente falando) não estava boa e que não tinha certeza que poderia manter nem 3 dos 4 assessores. Dessa forma já me prontifiquei a sair.

Mesmo com esse acontecimento do emprego estou com boas expectativas para esse ano.
Tenho planos como advogar (porque passar na OAB já tenho como certo), viajar para fora (EUA) e talvez sair de casa.

São planos.
Nem sei se chegarei perto de concretizá-los, mas acho importante tê-los. Pra saber pra onde trilhar meu caminho.
"Quem não sabe para onde vai, nunca está perdido"
Na verdade eu acho que está sempre perdido, porque a sensação de não saber para onde vai é de fracasso constante. O sentimento é de não ter se encontrado.

Acabou de me vir algo a mente.

Esse blog tem sido quaaaase um substituto da minha psicóloga.
QUASE.
rs

Por hoje é só.
Acabou a inspiração.

Até a próxima.

Beijoo